À brisa virou tua casa
À fumaça os teus sentidos
O sentido se foi com o vento
O normal era estar vivo.
Embriagado do vulto
À brisa trouxe o lar
À brisa que se mostrou amiga
Buscou ar puro.
À brisa não parou, ela queria ver o mundo
Então me carregou...
À brisa se mostrou amiga
À data se fez de longa.
De tanta brisa o sono não veio
Amargou o tempo...
O tempo fechou
E à brisa passou.
Desgostoso, mas jamais deselegante...
Tempo maldito
Tempo empata brisa
Brisa que se importa, e mete o pé na porta
Entra e não fala nada
Enfia a faca e foda-se você!