A corda está bamba novamente
O mesmo caminho, a mesma estrada
Estadia de morte que se repete.
Olhar de deuses que festejam sua morte interna
Corda bamba, olhos vendados, medo constante...
Vire à esquerda ao lado do peito
Pode ser que ainda se encontre jeito!
Meia noite, rua escura, vida puta
Injusta!
Medo bobo, ações de tolo, alma pura...
Asfalto e coração ambos rachados
Alguém quer ser coitado?!
Mão amiga não se tem, ócio convém...
Vida puta, se vendendo por tão pouco
Vadia injusta!!!
Mostre a cara, tire a roupa e se prostitua
Insossa.
Mostra sabor, aparenta beleza inalcançável e morre como
qualquer sem nome por aí.
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